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VIAGEM À LUA DE CANOA Hugo Almeida Ilustrações de Milton Rodrigues Alves ISBN 978-85-7751-043-6 - Coleção Porto Seguro 40 p., capa dura - R$30,00 capa em alta resolução - clique foto do autor em alta resolução - clique |
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Livro infanto-juvenil celebra os 40 anos da histórica missão da Apollo 11 A Nankin Editorial acaba de lançar o infanto-juvenil Viagem à Lua de canoa, de Hugo Almeida, de 57 anos, mineiro radicado em São Paulo. Além da chegada do homem à Lua há 40 anos, em julho de 1969, o livro fala de outra viagem, de canoa, na mesma época, no interior do Brasil. Trata ainda de uma família feliz: Marília, Cândido, Ró e Lã de Ouro. O garoto, de 8 anos, quer viajar com o pai para visitar a construção de uma ponte, mas corre o risco de perder a transmissão, pela TV, da descida do homem na Lua. Uma história cheia de surpresas. Viagem à Lua de canoa (40 páginas, capa dura, R$ 28,00) traz ilustrações de Milton Rodrigues Alves. Relançado agora, no aniversário de 40 anos da histórica missão da Apollo 11, Viagem à Lua de canoa foi publicado pela primeira vez em 1988, com o título de Mais rápido do que a luz. Nos anos 1980/90 teve sete edições pela FTD e boa receptividade da crítica. Em seu Dicionário crítico da literatura infantil e juvenil brasileira (1995), Nelly Novaes Coelho escreveu: “Livro cuja simplicidade deriva de uma profunda sabedoria de vida, este é um dos que seduzem o leitor”. Hugo Almeida levou dez anos pensando em escrever um livro sobre a conquista da Lua. Na idade de seu personagem Ró, fez com o pai a viagem que narra no livro e, em 1969, assistiu, maravilhado, à chegada do homem à Lua pela televisão. Somente depois de ter escrito outros três livros e de viver a experiência de ser pai, é que pôde concretizar o projeto. Escreveu a primeira versão numa noite, depois a retrabalhou durante mais de um mês. Queria algo simples, claro e sem sobras. Depois desse livro, publicou vários outros, como os infantis Todo mundo é diferente; Pare, olhe, siga: boa viagem; e os juvenis Meu nome é Fogo; Minha estréia no crime – Estação 111 e Cinquenta metros para esquecer. Jornalista e escritor, ele trocou Belo Horizonte por São Paulo em 1984. Um ano depois, publicou Em teu seio Liberdade (contos) e, em 1988, o romance Mil corações solitários, Prêmio Nestlé-1988 e Cidade de Belo Horizonte-1987, com o título de Carta de navegação. Com o livro então inédito Estação 111, ficção cujo pano de fundo é o massacre do Carandiru, Hugo Almeida obteve Menção Honrosa no XVII Prêmio Vladimir Herzog, categoria Literatura, em outubro de 1995. Hugo Almeida é doutor em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo (USP), com tese sobre o romance A rainha dos cárceres da Grécia, de Osman Lins, defendida em 2005. Organizou e prefaciou o volume de ensaios Osman Lins: o sopro na argila, editado pela Nankin em 2004. Além dele e de Viagem à Lua de canoa, também publicou pela Nankin o infantil Que dia será o dia? e a novela Porto Seguro, outra história. |
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